Em Imperatriz (MA), bebês indígenas de 0 a 3 anos seguem fora das creches públicas municipais. A pesquisa de Emilene Leite de Sousa, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – vencedora do 3º Prêmio Ciência pela Primeira Infância – investigou esse cenário e identificou limitações estruturais de acesso, barreiras culturais e a baixa confiança das famílias no sistema.
Enquanto as creches operam a partir de uma lógica que desconsidera os modos de cuidado indígenas, persistem entraves que vão além da oferta de vagas. O estudo aponta que é preciso adaptar as creches à cultura indígena e desenvolver modelos específicos que respeitem os modos de cuidar e a língua materna desde a primeira infância.
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