Em Ilhéus (BA), crianças de 5 anos já vivenciam manifestações de racismo na Educação Infantil do Campo. A pesquisa de Lavínia Brasilino de Moraes, mestra em Educação pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e vencedora do 3º Prêmio Ciência pela Primeira Infância, investigou como o racismo aparece nas interações entre crianças e identificou impactos sobre as percepções de cor, cabelo e pertencimento.
O estudo mostra que o racismo se manifesta de forma sutil e cotidiana, inclusive nas brincadeiras, e pode afetar a construção da identidade das crianças negras. Os resultados reforçam a importância de práticas antirracistas com protagonismo infantil e de formação docente contínua para promover a equidade racial desde a primeira infância.
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